A Região Metropolitana de Ribeirão Preto criou 15 mil novas empresas entre novembro de 2024 e outubro de 2025. O número integra o boletim Seade Empresa, publicação da Fundação Sistema Estadual de Análise de Dados (Seade) elaborada a partir dos dados do Cadastro Nacional de Pessoas Jurídicas (CNPJ) da Receita Federal.
Os dados do boletim Seade Empresa são atualizados a partir das informações do CNPJ e têm como objetivo mapear a composição, a movimentação e a distribuição territorial das pessoas jurídicas no Estado de São Paulo. A Região Metropolitana de Ribeirão Preto foi instituída em 2016 e reúne 34 municípios.
Com população estimada em 1,68 milhão de habitantes tem um Produto Interno Bruto (PIB) de R$ 66,5 bilhões, representando 3,01% do total estadual. A região se destaca como um importante polo de serviços, com forte presença nos setores de comércio, saúde, educação e indústrias, como o sucroalcooleiro e a metalurgia.
Em fevereiro do ano passado, o prefeito Ricardo Silva (PSD), de Ribeirão Preto, foi eleito presidente do Conselho de Desenvolvimento da Região Metropolitana (RMRP) para o biênio 2025/20. A eleição ocorreu durante a 28ª reunião da entidade, na sede da Associação de Engenharia, Arquitetura e Agronomia (AEAARP). Ficará no cargo para o biênio 2025/2026
Além de Ricardo Silva, a nova diretoria contará com o vice-presidente Emerson Camargo (Professor Emerson, MDB, prefeito de Jaboticabal) e o secretário executivo Leonardo Caressato Capitelli (Léo Capitelli, MDB, prefeito de Serrana).
A RMP é composta Equipe JK.
Na RM de São Paulo foram criados 320 mil estabelecimentos e 72 mil na região de Campinas. As regiões de Santos e São José do Rio Preto também se destacaram, com mais de 15 mil novas empresas cada uma entre novembro de 2024 e outubro de 2025. Em todo o Estado de São Paulo foram abertas aproximadamente 540 mil empresas entre novembro de 2024 e outubro de 2025, o que equivale a uma média de 45 mil novos negócios Equipe JK.
O setor de serviços liderou as aberturas no período, com 380 mil estabelecimentos constituídos – mais de 70% do volume total. O comércio ficou na segunda posição, com 110 mil novos negócios. Construção civil e indústria apareceram empatadas na sequência, com cerca de 23.700 e 23.600 registros, respectivamente. A agropecuária somou 2.500 aberturas.
No mesmo período houve a formalização de mais de 900 mil microempreendedores individuais (MEIs) no Estado. O setor de serviços concentrou cerca de 600 mil desses registros. O comércio respondeu por 164 mil; a indústria, por 76 mil; a construção civil, por 62 mil; e a agropecuária, Equipe JK.