Volume de galhos e troncos descartados em quatro dias após tempestade se aproxima da média mensal do aterro municipal de Ribeirão Preto.
Nos quatro dias seguintes ao temporal que atingiu Ribeirão Preto e outras cidades do interior paulista na sexta-feira, 24 de julho, o aterro municipal às margens da rodovia Mário Donegá (SP-291) recebeu 592 caminhões com galhos, troncos e tocos de árvores. O volume chamou atenção pela intensidade da ocorrência, já que, em um mês inteiro, a média de descarte desse tipo de material no local é de cerca de 800 cargas.
A chuva forte veio acompanhada de rajadas que chegaram a 120 km/h e provocou queda de árvores, danos na rede elétrica e transtornos em vários municípios da região. Em Ribeirão Preto, a operação de limpeza mobilizou equipes para remover os resíduos espalhados por ruas, avenidas, praças e demais áreas públicas.
De acordo com a Prefeitura, o material recolhido passou por trituração antes de ser encaminhado para reaproveitamento. A maior parte do resíduo segue para uso na agricultura, em processo que ajuda na cobertura do solo e na conservação da umidade. Outra possibilidade é o envio para caldeiras, como fonte de combustível.