Por Equipe JK
Em uma cidade onde a mesa de bar é berço de grandes histórias, conversas e ideias, uma nova força esportiva prova, desde um bate-papo descontraído há seis anos, quedo futebol de campo.7, que neste ano inicia um capítulo marcado por uma nova parceria, é um caso raro de sucesso meteórico.2020, o projeto desafiou a pausa da vida na pandemia para se tornar, em menos de cinco anos, uma das equipes mais vitoriosas do país.
Como era de se imaginar, na terra do chopp gelado e da cerveja artesanal, a grande ideia veio na “resenha” de um pós-jogo entre amigos. presidente do projeto, recorda com saudosismo o estalo inicial. “A fundação do time foi numa conversa de quadra.6 (quadra esportiva), e o que é jogador nosso, estava jogando na época em. no pós-jogo, ali tomando uma cerveja, falou: ‘Por que a gente não monta um time em?. isso é bacana..’ foi em uma conversa informal, tomando uma cerveja, que começou tudo”, revela o dirigente.
O início, porém, exigiu mais do que o entusiasmo inicial.-19.7 não fosse apenas mais um time amador foi o recrutamento de talentos. a equipe conseguiu formar um grupo seleto de jogadores que já tinham entrosamento prévio na região.
“Um jogador já conhecia o outro, e isso facilitou muito. a gente tinha um pessoal muito interessado na porque há muito tempo não tinha futsal e nem o fut7 em.”, explica.
A parceria com o
A consolidação definitiva veio com a parceria estratégica com o uma união que durou dois anos e colocou o7 de.i prontamente convertida em títulos de expressão.

Em parceria com o clube, a equipe conquistou o aa disputada na. a equipe já havia conquistado o em 2023.
“A parceria com o com certeza, trouxe visibilidade.segunda divisão do.”, afirma.
Ele detalha que o modelo de negócio era rigoroso. toda a identidade e visibilidade em mídias sociais do time passavam pela aprovação do marketing do. “Eles nos ajudavam com toda a parte de uniforme.”.
Com o encerramento do ciclo com o no fim do ano passado, o7 buscou um novo parceiro para manter sua competitividade. modalidade que“gancho” para o projeto, que o conjunto deu sequência nas atividades nesta temporada.
Novo parceiro e paralisação do
O ano de 2026 marca uma mudança de ares./Ribeirão7.rte da cidade: a pausa nas atividades do2026, movimento anunciado na última semana.
Até então, omunicípio, que estava em atividade desde 2018, já conquistou dois títulos da(LPF) e vinha de um vice-campeonato em 2025.
Apesar do histórico vencedor douma oportunidade de absorção de talentos.
“Eu entendo que não teve impacto nenhum anunciar a migração do futsal para o7. porque nós éramos considerados um dos times pilares da”, analisa. “Já com os jogadores, estamos aproveitando a maioria dos que estavam no futsal.7, dando oportunidade para atletas que têm talento e precisam ser lapidados. (…)nacional, o que nós ainda não tínhamos no futsal.”
Essa mudança reflete uma leitura de mercado.7 (popularmente conhecido como “society”) possui facilitadores logísticos que o tornam mais viável e atraente que o futsal.
“Acredito que a tendência é dominar grande parte do: uma quadra de 50 por 30 metros, grama sintética, pode estar localizada em qualquer área, não precisa ter cobertura.7 é crescer muito. acho que ele pode superar o futsal nos próximos cinco anos”, projeta.
Desafios e futuro
Apesar dos títulos e da visibilidade, a realidade cotidiana é de muita luta.-Fogo, o7 precisa provar seu valor diariamente para atrair patrocinadores.ente com os gigantes do campo, mas busca seu próprio espaço na prateleira do esporte amador.
“O esporte de alta performance exige e pede estrutura. (…) fica muito difícil de ser mantido. psicológico, de saúde, além de grande estrutura. só entra em quadra para ‘trocar figurinhas’”, relata o presidente.

As dificuldades passam pela manutenção dos salários e pela logística de viagens para competições nacionais. os atletas também têm suas vidas sem as chuteiras. “Nosso time é formado por jogadores que também têm suas profissões. à noite, treina quase todos os dias para buscar a melhor parte técnica e física.”
O que atrai esses atletas a manterem essa rotina de dupla jornada é a vitrine que. “O maior atrativo hoje é a visibilidade. (…).querem estar no nosso time para também ter essa exposição”, explica que também destaca o trabalho de mídia digital que sustenta a marca.
Com a nova parceria consolidada e o calendário de 2026 a pleno vapor, as metas são ambiciosas.eração e tem no radar o a. contudo, é o retorno ao cenário internacional. “Vamos precisar de apoio e patrocínio para disputar a.”, afirma.
Com relação ao futuro a longo prazo, a meta é transformar o/Ribeirão7 em um patrimônio esportivo reconhecido pelos ribeirão-pretanos. o time já cumpriu a primeira etapa dessa missão.
“Acredito que, hoje, já somos a principal força do interior.. (…) no esporte, digo sempre isso, só um é campeão, e o que a gente quer é conquistar títulos ou estar sempre perto dos campeões.”, finaliza.