Por Equipe JK
O dólar subiu com força nesta terça-feira, 19 de maio, e voltou a superar o nível de R$ 5,00, acompanhando a onda de valorização da moeda norte-americana no exterior. A manutenção do petróleo acima da marca de US$ 100, na esteira do impasse nas negociações de paz no Oriente Médio, alimenta apostas em alta de juros pelo Federal Reserve (Fed, o banco central norte-american) neste ano.
Com mínima de R$ 5,0094 e máxima de R$ 5,0580, o dólar à vista encerrou o dia em alta de 0,84%, cotado a R$ 5,0405. Referência do comportamento do dólar em relação a uma cesta de seis moedas fortes, o índice DXY operou em leve alta e voltou a superar o nível dos 99,000 pontos, com máxima de 99,434 pontos.
A moeda recua 0,53% na semana, após fechar as anteriores em alta de 3,55% e quedas de 1,19% e 0,91%. Sobe 1,77% em maio. A moeda terminou março em alta de 0,87% e caiu 4,36% em abril. Cedeu 2,16% em fevereiro. Acumulou desvalorização de 4,40% em janeiro. Perde 8,17% em relação ao real em 2026. A divisa recuou 10,34% no ano passado, após fechar 2024 com alta de 27,34%.
Agora a mais de 25 mil pontos do limiar dos 200 mil, o Ibovespa – índice de referência da B3 – seguiu em baixa pelo terceiro dia, retrocedendo 1,52% nesta terça-feira, aos 174 278,86 pontos, menor nível de fechamento desde 21 de janeiro, então aos 171,8 mil. Na sessão, oscilou dos 176.973,24, na máxima correspondente à abertura, até a mínima aos 173.543,76 pontos. O giro financeiro foi de R$ 26,4 bilhões.
Recua1,70% na semana, após quedas de 3,71%, 1,71%, 1,80% e 2,55% nas anteriores. Cedeu 0,08% em abril e cai 6,96% em maio. Encerrou fevereiro com alta de 4,09%, após ganho de 12,56% em janeiro. Fechou 2025 em elevação de 33,95%, melhor desempenho desde 2016 (+38,9%). Caiu 12,75% em 2024 e sobe 8,16% em 2026, após ter chegado a 23,29% em 14 de abril.