Por Equipe JK

Em estimativa inicial, a Confederação Nacional da Indústria (CNI) calcula que as novas medidas tarifárias do México poderão impactar US$ 1,7 bilhão (14,7%) do que foi ex 2024. A CNI aguarda a confirmação de possíveis alterações no escopo da medida para estimar um impacto mais preciso sobre as ex .

O Congresso mexicano aprovou na quarta-feira, 10 de dezembro, um aumento de pelo menos 35% nas tarifas de im 1,4 mil produtos de doze países com os quais não possui acordos comerciais, entre eles o Brasil e a China – este último o principal país afetado. A expectativa é de que as novas tarifas entrem em vigor a partir de 1º de janeiro de 2026.

A medida foi aprovada pela Câmara dos Deputados e pelo Senado no mesmo dia. O partido da presidente Claudia Sheinbaum, que afirmou que as tarifas eram necessárias para impulsionar a produção nacional, controla ambas as Casas.

A entidade da indústria brasileira defende que o governo avance na negociação de acordo de livre comércio mais abrangente com o México, mercado prioritário da agenda internacional da indústria nacional. “A medida é considerada fundamental para proteger e ampliar a relação comercial bilateral, sobretudo neste momento”, sustenta a CNI.

Um dos principais pontos destacados na análise preliminar da CNI é que os acordos bilaterais vigentes são insuficientes e, principalmente neste momento, pode haver redução da competitividade brasileira.

Para a CNI, é im , de modo a isentar ou diferenciar os produtos brasileiros das tarifas de im , que a entidade afirma irem na contramão das negociações em curso.

“Isso permitirá a manutenção do compromisso conjunto de modernizar a relação econômica, à medida que se cumpre com celeridade o cronograma do plano de trabalho para atualização dos acordos comerciais”, completa a CNI.

Em nota divulgada na noite desta sexta-feira (12), o Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (Mdic) informou que o governo brasileiro acompanha com atenção a reforma tarifária aprovada pelo Congresso mexicano.

A taxa incidirá sobre im . A pasta chefiada pelo vice-presidente Geraldo Alckmin disse aguardar a publicação do texto final da lei para avaliar seus impactos sobre as ex .

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