Por Equipe JK
O dólar à vista acentuou o ritmo de alta frente ao real ao longo da segunda etapa de negócios, alinhado ao com , diante da arrancada dos preços do petróleo, com o aumento das tensões no Oriente Médio. Com máxima de R$ 5,1403, a moeda americana encerrou o dia em alta de 0,47%, cotada a R$ 5,1323 – interrompendo uma sequência três sessões de queda, em que acumulou desvalorização de 0,86%.
As cotações do petróleo renovaram máximas à tarde, com o contrato do Brent para agosto fechando em alta de 9,59%, a US$ 83,30 o barril. Referência do com , o índice DXY voltou a superar a linha dos 101,000 pontos, com máxima aos 101,288 pontos.
A divisa terminou junho com valorização de 2,38% frente ao real e recua 0,59% em julho. Encerrou a semana passada com perdas de 1,17%, após fechar as anteriores em alta de 0,02% e 0,05%. Em março subiu 0,87% e caiu 4,36% em abril. Cedeu 2,16% em fevereiro. Acumulou desvalorização de 4,40% em janeiro. Perde 6,50% em relação ao real em 2026. A moeda recuou 10,34% no ano passado, após fechar 2024 com alta de 27,34%.
O Ibovespa – índice de referência da B3 – terminou o pregão desta segunda-feira em queda de 1,20%, aos 175.739,08 pontos. Na máxima, atingiu 178.154 pontos, alta de 0,16%, e, na mínima, 175 567 pontos (-1,29%). O volume financeiro foi fraco, somando R$ 19,5 bilhões, evidenciando a cautela com o cenário internacional.
Terminou junho em queda de 1,01% e avança 2,16% em julho. Subiu 2,18% na semana passada, após ganhos de 0,45% e 2,95% nas anteriores. Cedeu 0,08% em abril e terminou maio em queda de 7,22%. Encerrou fevereiro com alta de 4,09%, após ganho de 12,56% em janeiro. Fechou 2025 em elevação de 33,95%, melhor desempenho desde 2016 (+38,9%). Caiu 12,75% em 2024 e sobe 9,07% em 2026, após ter chegado a 23,29% em 14 de abril.