Órgão alerta empresários e consumidores sobre mensagens falsas que simulam reclamações e multas para capturar dados.

O Procon de Ribeirão Preto emitiu um alerta a empresários, comerciantes, prestadores de serviço e consumidores sobre uma nova tentativa de fraude que usa indevidamente o nome do órgão em mensagens enviadas por e-mail. Os criminosos reproduzem elementos visuais e trechos com linguagem jurídica para dar aparência de documento oficial e induzir a vítima a abrir links suspeitos.

De acordo com o órgão, os textos falsos trazem referências a supostas reclamações, processos administrativos, prazos para defesa e até multas inexistentes. Em geral, a mensagem tenta apressar a pessoa a clicar em botões como “consultar reclamação”, que levam a páginas maliciosas usadas para capturar dados pessoais, empresariais e bancários.

Entre os endereços já identificados está o remetente [email protected], que não pertence ao Procon e não faz parte de nenhum canal oficial de atendimento. O alerta também reforça que situações semelhantes vêm sendo registradas em outras cidades do país e que a Fundação Procon-SP já divulgou orientação contra esse tipo de golpe.

O chefe da Divisão de Gerenciamento do Procon Ribeirão Preto, Leonardo Thomazini, afirma que a estratégia dos golpistas é criar urgência para impedir a checagem da mensagem. A recomendação é não clicar em anexos ou links, não informar senhas nem fazer pagamentos sem confirmar a origem da comunicação.

O Procon lembra que todos os serviços prestados pelo órgão são gratuitos e que qualquer contato oficial deve ser verificado pelos canais institucionais. No caso da Fundação Procon-SP, os e-mails legítimos usam o domínio @procon.sp.gov.br.

Quem receber mensagem suspeita deve guardar o conteúdo recebido, registrar prints e, se houver tentativa de fraude, procurar a polícia para registrar boletim de ocorrência. Se a pessoa já tiver acessado o link ou passado informações, a orientação é trocar as senhas, ativar a autenticação em dois fatores e avisar imediatamente o banco ou a operadora do cartão em caso de movimentação estranha.

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