Por Equipe JK
No ano passado, Ribeirão Preto registrou 21.594 casos de dengue – além de 39.734 sob investigação –, contra 44.630 de 2024, queda de 51,62% e 23.036 ocorrências a menos. Os dados com informações consolidadas foram divulgados n quarta-feira, 15 de julho.
A Secretaria Municipal da Saúde recebeu 6.979 notificações sobre pacientes com a doença em 2026. Segundo o Painel de Arboviroses, 350 casos foram confirmados, apenas uma a mais que os 349 do balanço anterior. Entre janeiro e junho deste ano, equipes da pasta vistoriaram 313.760 imóveis e eliminaram 14.468 focos do mosquito, transmissor da dengue, zika e chikungunya.
Em 2026, são 44 na região Central, 77 na Zona Leste, 84 na Norte, 66 na Sul e 78 na Oeste, além de um sem identificação de distrito. O total de ocorrências 2026 é 98,36% inferior aos 21.375 do mesmo período do ano passado, 21.025 a menos.
São 68 casos em janeiro, 76 em fevereiro, 91 em março, 58 em abril, 37 em maio e 19 em junho, 18 a menos e queda de 48,65%. Em comparação com os 377 do sexto mês de 2025, são 359 a menos, baixa de 95,23%. Há um caso em julho.
Nenhum óbito foi registrado até agora, contra onze do mesmo período de 2025. Neste ano, três vítimas do mosquito des gypti – transmissor da doença e febre chikungunya – tem menos de um ano, 18 são crianças de 1 a 4 anos, 20 têm entre 5 e 9 anos, 43 de 10 a 19 anos, 152 de 20 a 39 anos, 78 casos de 40 a 59 anos e 36 idosos de 60 anos ou mais. Também já foram confirmados oito casos de febre chikungunya na cidade, quatro im .
Ribeirão Preto fechou 2025 com onze mortes : quatro em janeiro, outro em fevereiro, quatro em março e dois em abril, entre eles a de um menino de seis anos. As demais vítimas são sete idosos acima de 60 anos – quatro senhoras e três senhores – e três adultos na faixa de 20 a 39 anos, dois do sexo feminino e um do masculino.
Em 2024, Ribeirão Preto registrou 26 mortes em decorrência de dengue – 14 mulheres e doze homens, o maior em pelo menos dez anos (desde 2016), 189% acima dos 17 falecimentos de 2023. No ano passado foram 15 a menos, baixa de 57,69%. Desde 2013 já são 80 óbitos .
O total de casos de 2024 também representa a maior epidemia de dengue da história considerando o número de vítimas do mosquito des gypti. Supera em 27,36% o recorde de 35.043 registrado em 2016. São 9.587 a mais. Também soma 32.328 a mais que as 12.302 de 2023, aumento de 262,79%, segundo o Painel de Arboviroses da Secretaria Municipal da Saúde.
Regiões – Em 2025, dos 21.594 casos de dengue confirmados em Ribeirão Preto, 8.167 têm entre 20 e 39 aos, 5.815 pacientes têm entre 40 e 59 anos, 2.847 têm mais de 60 anos, 2.852 são do grupo de 10 a 19 anos, 1.184 são crianças de 5 a 9 anos, 595 têm entre 1 e 4 anos e 134 vítimas tem menos de 1 anos.
No ano passado, foram 6.750 na Zona Leste, 5.081 na Oeste, 4.176 na Sul, 2.787 na Central e 2.799 na Norte de Ribeirão Preto, além de um caso ainda sem identificação de distrito.
Em pouco mais de 16 anos, a cidade já registrou 227.439 casos de dengue. Foram contabilizadas 316 ocorrências de febre chikungunya em 2024, onze im . Uma pessoa morreu. No ano anterior, foram 121, sendo 107 autóctones. Foram 208 em 2025, cinco im dados revisados), sem óbitos.