Por Equipe JK
Uma força-tarefa fechou, na manhã desta segunda-feira (30), mais uma casa de repouso para idosos. O estabelecimento fechado fica na rua Itapura, Jardim Paulista, zona Leste de Ribeirão Preto.
O local já havia sido alvo de interdição no dia 14 de fevereiro do ano passado. Na ocasião, equipes da Prefeitura de Ribeirão Preso, Vigilância Sanitária, Ministério Público e Polícia Civil haviam constatado que os idosos viviam em condições precárias, além da falta de licença para funcionar.
A casa de repouso teve a placa que identifica o estabelecimento retirada, mas mesmo assim continuou funcionando. “O local já havia sido interditado administrativamente desde fevereiro de 2025 , com autuações sucessivas . Mesmo assim, permaneceu em atividade”, revelou em nota a Prefeitura de Ribeirão Preto.
Diante da reincidência, o caso foi encaminhado ao Ministério Público e resultou em decisão judicial que determinou a interdição forçada do estabelecimento em 17 de dezembro. Mas a medida continuou sendo descumprida pelos donos do estabelecimento.

Na manhã desta segunda-feira, uma ação conjunta reunindo Vigilância Sanitária, Secretaria de Assistência Social, Ministério Público e Delegacia do Idoso foram até o local e constataram que havia 19 idosos vivendo em condições precárias e de forma irregular.
Vizinhos do local relatam ouvir gritos com pedido de socorro e sentir mal cheiro na frente da Instituição de Longa Permanência para Idosos (ILPI). Dos 19 idosos encontrados no local, dois seguiram para uma Unidade de Pronto Atendimento (UPA), onde passariam .
“A Secretaria de Assistência Social, com apoio da Delegacia do Idoso, atua no contato com familiares para a retirada imediata dos residentes, garantindo acolhimento adequado e a proteção integral dos idosos”, informou a Prefeitura.
A re , mas o espaço segue aberto, caso queiram se manifestar. , os idosos devem ser resgatados , para internação.
“A Prefeitura reforça que não tolera qualquer violação de direitos da pessoa idosa e seguirá atuando com rigor, em conjunto com o Ministério Público e demais órgãos competentes, para responsabilização dos envolvidos”, conclui a nota.