Por Equipe JK

Uma investigação levou a Guarda Civil Municipal e a Secretaria de Meio Ambiente, ambos de Monte Alto, até uma residência no bairro Monte Belo, no sábado (4). No local, periferia de Monte Alto, região metropolitana de Ribeirão Preto, estava ocorrendo um esquema ilegal de coleta de sangue de gatos.

Os agentes chegaram até o endereço após receberem mensagem de WhatsApp oferecendo R$ 50 . Após contatos, a Guarda Civil Municipal e a Secretaria de Meio Ambiente foram até o local.

A dona da casa estava na calçada e entrou rapidamente após perceber a chegada dos agentes. Ao bater na , foram atendidos pelo pai da dona da casa, que não apenas autorizou a entrada da fiscalização, como também pediu que prendessem todos. De acordo com o Boletim de Ocorrência (B.O.), ele teria dito “podem entrar, , podem prender todo mundo.”

Os agentes encontraram cinco pessoas no local, um que disse ser estudante de medicina veterinária, dois “assistentes” e duas mulheres, uma que seria dona dos gatos e outra da casa onde era feita a coleta. Havia cinco gatos, todos anestesiados.

Um deles estava em estado grave e precisou ser socorrido pela equipe de veterinária da Prefeitura de Monte Alto, sendo levado para atendimento emergencial. Os gatos anestesiados foram apreendidos e levados para receber atendimento veterinário. Segundo apurado no local, o sangue coletado seria levado para um clínica de São José do Rio Preto e usado em transfusões e procedimentos cirúrgicos de gatos naquela cidade.

Os cinco foram levados na delegacia. Os dois “auxiliares” foram liberados após prestar depoimento. O estudante e as duas mulheres foram presos em flagrante. O local foi periciado pela Polícia Técnico-Científica e . A dona da casa, presa na operação, alegou que acreditou ser algo benéfico para outros gatos, .

Levados para unidades prisionais, ficaram à disposição da Justiça, onde vão responder -tratos animais e outros crimes. O estudante de veterinária também vai responder . Eles pagariam R$ 50 . Já o estudante ganhava R$ 300 , além de R$ 100 pagos a cada um dos auxiliares.

Em audiência de custódia, a Justiça determinou que as duas mulheres fossem soltas para responder em liberdade. Já o estudante de medicina veterinária continuou preso para responder pelos crimes informados.

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